segunda-feira, maio 26, 2008

Resposta da REFER ao jornal O RIO

Vistos em http://www.orio.pt/modules/news/index.php?storytopic=5

Demolição do Edifício de Passageiros em Alhos Vedros Empreitada “Linha do Alentejo
– Troço Barreiro – Pinhal Novo (exclusive)
– Electrificação e Modernização de Estações e Apeadeiros”

Face às notícias sobre o alegado desconhecimento, por parte da Câmara Municipal da Moita, do processo de demolição do Edifício de Passageiros em Alhos Vedros, e às afirmações públicas do seu presidente contestando essa demolição, a REFER vem esclarecer o seguinte:
- A empreitada designada por “Linha do Alentejo – Troço Barreiro – Pinhal Novo (exclusive)
– Electrificação e Modernização de Estações e Apeadeiros” foi adjudicada, no seguimento de concurso público internacional lançado em 2007, por 19 milhões de euros e um prazo de execução de 270 dias de calendário, tendo a consignação dos trabalhos ocorrido no passado dia 28 de Março;
- O objecto desta empreitada contempla, nomeadamente:
1 – Electrificação da Linha do Alentejo entre as estações do Barreiro e de Pinhal Novo (exclusive);
2 – Remodelação das estações do Barreiro, Lavradio e Moita e dos apeadeiros Barreiro-A, Alhos Vedros, Baixa da Banheira e Penteado;
3 – Construção de uma passagem superior pedonal junto ao Bairro das Palmeiras, em substituição da existente.

A REFER manteve nos últimos anos contactos regulares com o município da Moita sobre este projecto, e em particular sobre as intervenções previstas para as estações e apeadeiros do concelho. Assim:
- No 4.º trimestre de 2005 a REFER entregou ao município o Estudo Prévio das intervenções previstas, que já contemplava a demolição dos edifícios de passageiros de Alhos Vedros e da Moita;
- Após a entrega do Estudo Prévio, realizaram-se diversas reuniões de trabalho com técnicos da autarquia, nas quais foram formuladas algumas recomendações de ajustamento, mas que nunca colocaram em causa aquelas demolições, o que se comprova pelos pareceres emitidos pela CM sobre o anteprojecto apresentado pela REFER em 2006;
- Ao longo de todo o processo, a REFER, em coordenação com a edilidade, desenvolveu sempre soluções aderentes aos Planos Directores de Alhos Vedros, Moita e Penteado;- No passado dia 21 de Maio, em carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal da Moita, a REFER recordou todo este processo e a importância e oportunidade dos investimentos de reforço da segurança e da modernização da infra-estrutura ferroviária entre o Barreiro e Pinhal Novo.
A REFER disponibilizou, pois, toda a informação à autarquia, pelo que e de acordo com a sua missão irá prosseguir com a empreitada prevista, com o objectivo de dotar o concelho de melhores condições para os utilizadores do caminho-de-ferro. A fase em que se encontra o processo e o risco de perder a comparticipação do FEDER são, entre outras, razões determinantes para a prossecução das intervenções previstas e do plano de trabalhos da empreitada consignada há quase dois meses.

Com estes pressupostos, a REFER disponibiliza-se, a título excepcional e correspondendo ao sentimento de perda que localmente se associa à remodelação do Apeadeiro de Alhos Vedros, para financiar a construção naquela freguesia – fora dos limites da empreitada e em terreno que lhe seja colocado à disposição –, de um edifício com características e dimensões equivalentes ao do edifício de passageiros a demolir, a ser entregue, mediante acordo a celebrar, à Junta de Freguesia de Alhos Vedros e/ou à Câmara Municipal da Moita, que assumirão a responsabilidade da gestão da sua utilização.

Lisboa, 26 de Maio de 2008
REFER - Direcção de Comunicação e Imagem
Tel: 21 10 22 000 Fax : 21 10 22 969
E-mail: ci@org.refer.pt

Cópia de email enviado

From: Vitor Cabral
Sent: sexta-feira, 23 de Maio de 2008 15:03
To: 'presidente@cm-moita.pt'
Subject: Demolição da estação da REFER de Alhos Vedros

Boa tarde Sr. Presidente
Relativamente à anunciada demolição da Estação da CP de Alhos Vedros, enquadrada no plano de Requalificação e Electrificação da Linha do Alentejo, solicito com caracter de urgência:
- Cópia das comunicações enviadas nesta semana à Administração da REFER e respectiva resposta
- Resumo do resultado da reunião agendada para hoje, pelas 16 horas, entre a CMM e a REFER sobre este assunto.

Reafirmo a posição tomada na sessão pública de 4ª feira sobre este assunto:

- Até um total esclarecimento e conhecimento dos projectos futuros para a estação, o edifício actual deverá ser acautelado.
- Caso o edifício não tenha interesse para a REFER, deverá ser estudado e proposto à REFER a sua utilização para outros fins.
- Em caso último de demolição, deverá ser analisado com cuidado o interesse na preservação de algumas das estruturas e materiais (azulejos, ferragens, relógio, balanças, etc).Estou ao dispor para o que entender por conveniente.

Com os melhores cumprimentos
Vitor Manuel Rodrigues Cabral
Vereador PS na C.M.Moita

quinta-feira, maio 15, 2008

Mais transportes públicos precisam-se

Nos últimos anos, muitos munícipes me têm abordado sobre o problema da falta de transportes públicos e das más acessibilidades dentro do concelho da Moita. Mesmo em diversas sessões públicas de Câmara, o assunto tem sido colocado, surgindo sempre através de pessoas mais idosas que têm dificuldade em se deslocar ao centro da sua Freguesia, ou por falta de transportes, ou por inexistência de passeios e bermas nas estradas. Também as crianças e jovens têm dificuldade, por quase inexistência de transporte público em se deslocar às escolas, principalmente aqueles que vivem nos núcleos mais afastados, como seja o Gaio-Rosário, a Barra Cheia ou Sarilhos Pequenos.

A resolução deste problema sempre foi uma bandeira do Partido Socialista. Entendo que se deveria tentar seguir o exemplo de diversas Câmaras Municipais que tiveram uma acção profícua nesta área. E os exemplos são variados, desde pequenos veículos comerciais até a pequenos autocarros que percorrem as freguesias, da responsabilidade das autarquias, até aos exemplos de empresas municipais de transportes.

No concelho da Moita os TST - Transportes Sul do Tejo têm algumas (poucas) carreiras que promovem este serviço. Contudo, é insuficiente. É a população que o afirma.
Há uns meses atrás, estes mesmos TST instalaram a suas oficinas de manutenção no centro da Moita, mais precisamente no Chão Duro. Óptimas instalações, bom parque oficinal e boa frota de veículos, que revelam uma empresa com capacidade de gestão, e visão para o futuro.

Atendendo à difícil situação financeira do Município da Moita, e dado que a actual Maioria (PCP-CDU) sempre se mostrou avessa a prestar este serviço à população, seria altura, mais do que conveniente, que se negociasse com os TST para que fossem criadas mais carreiras em horários diferenciados, promovendo assim a facilidade na mobilidade dentro do concelho. Os jovens, e principalmente a população mais idosa agradecia.

quinta-feira, abril 24, 2008

Abril todos os dias

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

(Sophia de Melo Breyner Andersen)

Celebramos o 25 de Abril, Dia da Liberdade e da Democracia, seguros de que este Dia tem de estar presente em todos os dias da nossa vida. Não é apenas uma data que se comemora, em que se sai à rua em festejos e solenidades. Não é uma faixa pintada, um mural ou uma bandeira. Ou uma pomba esvoaçando no ar. O 25 de Abril é de ordem terrena, da ordem da Vida. O 25 de Abril é o momento que preenche todos os lugares e todos os tempos, é uma semente que está para além de nós, que germina aqui e agora, também além, contínua, eterna, com o futuro por horizonte. O 25 de Abril não é de ninguém, por isso é de todos. Celebremo-lo em comunhão ou em retiro, mas celebremo-lo.


Atravessamos uma actualidade corroída por muitas dúvidas e mesmo alguma descrença nas virtudes da vida política, mas sabemos que é nas horas de dificuldade que devemos reafirmar os nossos princípios, lutar, propor e proporcionar novos caminhos para bem de todos nós. Em Democracia, a realidade, é o homem livre que a desenha, e esta é uma verdade que não devemos nunca esquecer, pois convoca a nossa responsabilidade.

Neste DIA 25 DE ABRIL queremos enviar a todos VÓS um abraço fraterno solidário, desejando também que reflictam no que conquistámos e no que ainda temos por conquistar: uma sociedade mais exigente, mais justa, mais fraterna, mais solidária, para bem da nossa qualidade de vida e da dos que se nos seguirão.

Saudação do Partido Socialista da Moita ao Povo da Moita

quarta-feira, abril 16, 2008

Pelo CRI

Recebido de moita.desporto@gmail.com

Você sabia que, para completar o campo de terra batida do CRI, basta:

- uma camioneta durante 2 dias para transportar terra (que já foi oferecida).
- Uma máquina para espalhar essa terra durante 1 semana.

Ajude a tornar este sonho de tanta criança alhosvedrense (e não só) numa realidade.

quarta-feira, abril 09, 2008

Convite







terça-feira, abril 08, 2008

Memórias do Rio - Visionamento do filme

Através do António Magalhães, que agradeço, transcrevo links para visionamento do filme:

Na Moita, Júlio de Almeida Marinho, Capitão de Mar e Guerra, fala-nos das suas memórias no Rio Tejo e da sua vivência com as gentes da Vila da Moita...

URL: http://www.youtube.com/watch?v=dZnUwvy1WZo (Parte 1)

URL: http://www.youtube.com/watch?v=0qQM163Kl6M (Parte 2)

URL: http://www.youtube.com/watch?v=NaoSj0FM6OQ (Parte 3)

URL: http://www.youtube.com/watch?v=BADfFsbQLFA (Parte 4)

O Link para download do DVD é o seguinte: http://edicomail.net/edicomail/videos/memoriasdorio.zip

Memórias do Rio

Ninguém está seguro, se não se sentir seguro

Artigo no Jornal da Moita (3/Abril)

Na passada quarta-feira, o Dr. Rui Pereira, actual ministro da Administração Interna esteve na Moita, no auditório municipal, onde, a convite do PS local dialogou sobre segurança.

Perante um auditório cheio, tive a oportunidade de abrir a sessão e agradecer ao sr. ministro o apoio que deu à construção do novo quartel dos Bombeiros da Moita e à aquisição das antigas instalações dos Bombeiros para, num futuro próximo, servir de quartel à GNR. Com satisfação, vemos que esta medida anunciada em Outubro passado, está a ser concretizada, como até foi confirmada pelo comando dos Bombeiros.

Após as últimas alterações de policiamento nas diversas freguesias, com a atribuição do policiamento da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira à PSP e as restantes freguesias à GNR, faltava melhorar as instalações desta. Futuramente, as novas instalações dignificarão esta força de segurança e permitir-lhe-ão melhorar as condições de desempenho de policiamento de proximidade.

Numa conversa serena e cativante ouvimos falar de medidas, algumas já distantes no tempo, que têm vindo a ser implementadas e têm acompanhado a evolução rápida da sociedade portuguesa ao longo dos últimos 30 anos.

O policiamento de proximidade, a escola segura, a diferenciação de funções das 2 forças de segurança que passaram a ser complementares, a sua modernização e reforço, a criação de diversos órgãos de controlo, as inúmeras medidas relacionadas com a protecção civil, com a prevenção dos incêndios, medidas de prevenção de sinistralidade na estrada, etc, etc. ou até assuntos actuais como o caso do telemóvel na escola que atribuiu a um caso de disciplina. Sobre esta matéria, referiu que a educação e a disciplina começa em casa, e que as normas têm que ser naturalmente assimiladas em criança.

Ninguém está seguro, se não se sentir seguro, sublinhou. No fundo sentirmo-nos em segurança é um dos factores primordiais para a qualidade de vida dos cidadãos. Qualidade de vida que está também relacionada com o meio ambiente que nos envolve. Gostamos do que nos rodeia? Sabemos como vai evoluir a nossa terra?

A ninguém serve o imobilismo, as decisões de gabinete ou o secretismo com que se governa o concelho. Os moitenses dos diversos quadrantes sociais e políticos, têm que se mexer, sair da apatia, marcar com a sua presença, a conhecer. Porque só conhecendo se pode amar. Saber para onde vamos, o que vai mudar, o que vai ser o futuro, e acima de tudo pugnar por um lugar com qualidade de vida e onde tenhamos orgulho em pertencer.

Por isso, é com satisfação que se vê intervenções na área da cultura, do desporto. Que o PS promove a vinda de um governante para explicar opções, ou que se assiste a visitas a freguesias organizadas pelo BE, ou debate sobre comércio tradicional organizado pelo PSD, ou mesmo ainda que no Náutico Moitense se visiona um filme sobre as memórias do Rio Tejo e se questiona o seu actual estado, as opções erradas tomadas nos últimos anos e a falta de discussão sobre o seu futuro.

É urgente um poder local que se aproxime e promova o encontro dos cidadãos, de todos os cidadãos. É urgente preparar o futuro com esperança.

Vítor Cabral
Vereador PS - CMMoita

sexta-feira, março 28, 2008

Uma nova forma de estar

Pulbicado no Jornal MARGEMSUL de 28/03

A exemplo do que aconteceu na década de 90 com a zona oriental de Lisboa, com os investimentos efectuados aquando da EXPO 98, a margem sul e nomeadamente os concelhos do arco ribeirinho estão no seu ponto de viragem para o desenvolvimento. Desenvolvimento que terá que ser implementado na óptica do aumento da qualidade de vida dos cidadãos.

A Etar Barreiro-Moita, a plataforma logística do Poceirão, o Aeroporto na zona de Alcochete, a nova ponte que se espera no eixo Chelas-Barreiro, a reconversão dos terrenos da Quimiparque e agora o anúncio de que o Parque de Manutenção e Oficinas de todo o material circulante da CP serão instalados no Barreiro, vão potenciar a centralidade desta região no contexto nacional.

Do conjunto dos 13 concelhos do distrito, os 6 concelhos do chamado arco ribeirinho, Almada, Seixal. Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete terão que unir esforços e encontrar uma visão integrada dos seus interesses e dos seus pontos de vista. É necessário e urgente ultrapassar “os interesses caseiros” das visões partidárias e concelhias e mesmo entre os partidos dentro dos próprios concelhos. Esta oportunidade não pode ser perdida.

Se no Barreiro a sociedade se agita e naturalmente os cidadãos se interessam pelos projectos que vão aparecendo, já na Moita a passividade parece ser a tónica dominante.

A cultura do Partido único está completamente entranhada nas estruturas da sociedade, o que leva a que se sinta uma paz podre. O desenvolvimento do concelho tem estado direccionado, apenas, para alguns que, circunstancialmente, são poder local ou gravitam na sua órbita.

Habituados que estão a ver os projectos só no papel, os moitenses ainda não perceberam que as promessas feitas em 2005 aquando das últimas eleições autárquicas não vão ser cumpridas. O concelho tem estado a ser gerido na óptica do dia a dia.

Porque o concelho não tem donos, os moitenses dos diversos quadrantes sociais e políticos, têm que se mexer, sair da apatia, marcar com a sua presença. Aqueles que chegaram à pouco ao concelho, que aqui compraram casa e escolheram esta terra para viver, têm que começar a participar na vida activa do concelho, a integrar-se, a conhecer. Porque só conhecendo se pode amar. Saber para onde vamos, o que vai mudar, o que vai ser o futuro, e acima de tudo pugnar por um lugar com qualidade de vida e onde tenhamos orgulho em pertencer.

Desenvolvimento por desenvolvimento não leva a nada, só a mais betão.
É urgente um poder local que se aproxime e promova o encontro dos cidadãos, de todos os cidadãos. É urgente olhar para o futuro com esperança.

Vítor Cabral

A segurança é um direito de todos

Com a devida vénia ao Jornal O RIO online

”A segurança é um direito de todos e uma prestação primordial do Estado”, afirma o ministro da Administração Interna


Em “Diálogo Aberto” com os seus militantes, o Partido Socialista realizou um Encontro/Debate sobre o tema "Mais Segurança", no dia 26 de Março, no Auditório da Biblioteca Municipal da Moita. O orador convidado foi o Ministro da Administração Interna, Rui Pereira.

Na abertura da sessão, o presidente da Comissão Concelhia da Moita do PS, Victor Cabral, agradeceu ao ministro o apoio que deu à construção do novo quartel dos Bombeiros da Moita e à aquisição do antigo quartel dos Bombeiros para servir de quartel à GNR. “Vemos com satisfação que esta medida anunciada está a ser concretizada, por a considerarmos muito importante para o nosso concelho”, sublinhou.

A dirigir os trabalhos, Vítor Ramalho, presidente da Federação Distrital, salientou esta primeira iniciativa da Comissão Concelhia da Moita, recentemente eleita, e considerou necessária e muito importante esta relação que o partido do governo quer manter com os cidadãos.

O Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, iniciou a sua intervenção formulando as seguintes cinco perguntas:

1. A segurança é um tema de direita?
2. O Partido Socialista tem uma política de segurança?
3. Portugal é um país seguro?
4. Qual é a obra do Governo em matéria de segurança?
5. Quais são as nossas perspectivas em relação à política de segurança?

A segurança é um tema de direita?

Respondendo à primeira pergunta, Rui Pereira disse que, tradicionalmente, a segurança é considerada um tema de direita, normalmente, entendia-se que eram os partidos mais à direita que se preocupavam com os problemas de segurança e que os partidos de esquerda se desinteressavam por esses temas, procurando explicar no plano sociológico a insegurança que se vivia.

Segundo o ministro, esta visão simplista está hoje ultrapassada, a segurança é um tema que diz respeito a todos os cidadãos e é um direito associado à liberdade e consagrado constitucionalmente. Portanto,”a segurança é um direito de todos e uma prestação primordial do Estado”, acentuou.

O PS tem uma política de segurança?

À segunda questão o ministro respondeu que há cerca de 20 anos que está envolvido em questões de segurança e que tem compreendido que o PS tem uma política de segurança contínua e coerente. E exemplificou:

Nos meados da década de 90, o Partido Socialista defendia uma política de policiamento de proximidade, enquanto a oposição ao PS defendia a chamada política de superesquadras, mas o PS conseguiu fazer vingar o policiamento de proximidade e, hoje, aparentemente, todos concordam com este modelo.

O governo socialista desenvolveu a Escola Segura; o sistema dual das forças de segurança (PSP e GNR) que passaram a ser complementares, passando a GNR a desempenhar missões de paz de alto risco a nível europeu. Foi também o PS que pela primeira vez criou uma fiscalização externa das forças de segurança – a Inspecção Geral da Administração Interna. Em matéria de Informações foi o PS que criou uma cultura mais democrática, que pressupõe a audição prévia na Assembleia da República pelo principal responsável dos Serviços de Informações. “Esta é uma política contínua, coerente e correcta, até pelo reconhecimento que tem suscitado ao longo dos anos”, concluiu o ministro.

Portugal é um país seguro?

O ministro afirmou que é tradicional dizer-se que Portugal é um país de ‘brandos costumes’, relativamente seguro no tempo da ditadura e que, agora, não o é. Então, seria bom pensarmos no que mudou desde a década de 70. Nesta altura, Portugal ainda tinha um elevado grau de analfabetismo, havia cerca de 30 % de analfabetos. Havia níveis de consumo muito baixos, não havia classe média, não havia instituições democráticas, era um país em guerra e de emigrantes.

Segundo Rui Pereira, o país rural desenvolveu-se de forma acelerada, em 30 anos, quase tudo mudou. Criou-se uma classe média, absorveram-se cerca de 600 mil portugueses que vieram das ex-colónias, e elevaram-se muito os nossos níveis de consumo. Naquela altura tínhamos 500 mil automóveis e hoje temos 5 milhões; tínhamos 80 Km de auto-estradas e hoje são 3.090 Km. Hoje temos 5 % de população residente estrangeira, e muitos portugueses vieram do interior para as grandes cidades do litoral. As drogas tinham níveis muito baixos de consumo. Tudo isto teve consequências em termos de segurança e fez surgir a criminalidade de massas e a criminalidade organizada e violenta, aumentando consideravelmente o clima de insegurança.

Afinal, neste período, “Portugal acompanhou a evolução dos tempos e pagou o preço de um desenvolvimento económico e social acelerado. Esta é a situação que explica a relativa insegurança em que vivemos”, declarou o ministro.

Qual é a obra do Governo em matéria de segurança?

“Em matéria de protecção civil, o governo dotou o país de um sistema organizado para enfrentar os fogos florestais e as catástrofes naturais. Criou uma autoridade nacional de protecção civil, um comando único de socorro, comandos distritais que funcionam, e uma Secretaria de Estado da Protecção Civil que garante a coordenação política”, enunciou o ministro. No fundo, garantiu uma boa coordenação entre os agentes de protecção civil. “Esta é uma obra que ficará indelevelmente inscrita na acção deste governo”, fez notar.

Prosseguindo, Rui Pereira disse que este governo também conseguiu uma proeza notável em matéria de prevenção da sinistralidade rodoviária. Foi extinta a Direcção Geral de Viação e criada uma Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, cujas estruturas distritais estão a ser criadas ao nível dos Governos Civis. Em 2006, já se ficou abaixo dos 900 mortos nas estradas e em 2007 ficámos nos 856 mortos, quando tínhamos 2600 mortos em meados da década de 80. “Foi reduzido significativamente o número de mortos na estrada”, vincou.

Outro marco decisivo – apontou o ministro – é a lei de programação das forças de segurança que fez com que os meios e equipamentos deixassem de ser adquiridos casuisticamente, reconhecendo as virtudes da economia de escala, a programação prévia da aquisição de meios, e permitindo armar melhor as forças de segurança. “Em curso estão ainda a reforma da lei da segurança interna e a lei da organização da investigação criminal”, revelou.

“Esta obra do governo, é uma obra que dá resultados a curto prazo mas, sobretudo, a médio e longo prazo, e constitui um legado que fica para as gerações futuras”, garantiu Rui Pereira.

Quais são as nossas perspectivas em relação à política de segurança?

Em relação à última questão, o ministro da Administração Interna disse que, neste momento, está em aprovação o relatório de segurança interna. Este relatório faz uma análise actual da criminalidade e regista a tendência para a estabilização da criminalidade em geral e a descida da criminalidade grave. “A nossa atitude, sem esmorecer, é de prevenir e combater o crime”, declarou. Para isso, “tomamos medidas que, penso, respondem satisfatoriamente às necessidades de segurança e de prevenção da criminalidade. Fizemos a admissão de polícias e guardas, com mil efectivos para cada uma das forças de segurança; reforçámos a formação e treino das forças de segurança; acompanhamos a delinquência juvenil através de um observatório; temos uma melhor articulação com as autarquias; aproveitamos as novas tecnologias, incluindo a vídeo-vigilância e a georeferenciação; abrimos postos mistos com a Espanha; reforçámos o sistema de protecção civil”, enumerou. Em suma, “nós teremos, até ao fim da legislatura, um programa claro e coerente para dar mais segurança e melhor prevenir e combater a criminalidade”, garantiu o ministro.

Por fim o ministro da Administração Interna deixou uma palavra de confiança no futuro, “não tenho dúvidas que o caminho que estamos a percorrer é o mais adequado e, quando assim é, os resultados hão-de chegar. Estou certo que no futuro mais próximo e mais distante, os resultados acabarão por ser o prémio e nós venceremos”, concluiu.

J. Brito Apolónia

quinta-feira, março 27, 2008

+ Segurança






quarta-feira, março 19, 2008

Mais Segurança

O Partido Socialista do Concelho da Moita e a Federação distrital de Setúbal organizam um Encontro- Debate sob o tema "+SEGURANÇA" com o Dr. Rui Pereira, Ministro da Administração Interna., a realizar no próximo dia 26 de Março, quarta-feira, pelas 21.30 horas no Auditório da Biblioteca Municipal da Moita.

Aparece

Tomada posse








No dia 18 de Março, tomou posse como presidente da Comissão Política Concelhia do PS Moita, Vítor Cabral, vereador na Câmara Municipal da Moita.


O acto, que decorreu na sede distrital em Setúbal, foi presidido pelo Presidente da Federação Distrital, Dr. Vitor Ramalho, que deu posse a todos os presidentes das concelhias eleitos no último acto eleitoral, que decorreu em 7 e 8 de Março.

Vitor Ramalho lembrou a todos os presentes as tarefas que se avizinham e o seu compromisso de empenhamento no apoio a todas as estruturas do Partido Socialista.

Lista de Presidentes de Concelhias Eleitos Alcácer do Sal: João Massano; Alcochete: António Maduro; Almada: António Mendes; Barreiro: Pedro Mateus; Grândola: João Marcelino: Moita: Vítor Cabral: Montijo: Maria Amélia Antunes: Palmela: Artur Miranda Lemos; Santiago do Cacém: Arnaldo Frade; Sesimbra: Fernando Cristóvão Rodrigues; Setúbal: Luís Gonelha; Sines: Idalino José; Seixal: Nuno Tavares.

sábado, março 15, 2008

Procissão dos Passos


Integrado nas celebrações da Semana Santa, vai-se realizar em Alhos Vedros, no próximo domingo 16 de Março, pelas 16 horas, a Procissão dos Passos.
A procissão com o andor do Senhor dos Passos, imagem antiquíssima do séc. XVI, sairá da Igreja Paroquial, pela Rua Cândido dos Reis, com destino à Capela da Misericórdia, onde se fará o tradicional encontro com o andor de Nª. Sª das Dores.
Após o Sermão do Encontro, a Procissão irá até ao Largo da Graça, percorrerá a Rua 5 de Outubro e voltará à Igreja.
A procissão será acompanhada por inúmeras crianças que transportarão os inúmeros símbolos da Paixão, pelos tambores a cargo do Agrupamento dos Escuteiros de Alhos Vedros e os sermões estarão a cargo do Pe. José Carlos, da Baixa da Banheira.

Naturalmente orgulhoso

http://www.orio.pt/modules/news/article.php?storyid=1947

Eleições internas

Vítor Cabral eleito presidente da Comissão Politica Concelhia
Carlos Soares eleito coordenador da Secção da Baixa da Banheira
António Andrade eleito coordenador da Secção da Moita

Notícia do Rostos
Realizaram-se eleições para a Comissão Politica Concelhia da Moita do Partido Socialista tendo sido apresentada uma lista única liderada por Vítor Cabral, vereador da Câmara Municipal da Moita, eleito pelo PS.
Vítor Cabral foi eleito presidente da Comissão Politica Concelhia da Moita do Partido Socialista.
O acto eleitoral decorreu com normalidade, com uma votação aceitável perante o cenário da existência de uma única candidatura à liderança concelhia e nas secções.
Vítor Cabral refere que, nesta fase a principal linha condutora do trabalho que a Comissão Política pretende desenvolver, terá como prioridade aspectos de “reorganização interna”, na sua opinião é necessário desenvolver este trabalho para, posteriormente, “construir um projecto de intervenção”. Na sua opinião, nesta fase “a dinâmica de trabalho é a reorganização” porque, “ainda é cedo para se pensar em candidatos”.
Vítor Cabral, 51 anos, bancário, é o novo líder concelhio do PS Moita.De referir que para as Secções do concelho da Moita, igualmente, foram apresentadas listas únicas, sendo eleito Carlos Alberto Neto Soares, coordenador da Secção da Baixa da Banheira e António Norberto Pereira Andrade, coordenador da Secção da Moita.

sábado, março 01, 2008

PRÓ-MOITA

Pela Requalificação e Valorização do Concelho da Moita

O novo Aeroporto, a Plataforma Logística do Poceirão, a 3ª Travessia do Tejo, o TGV e um conjunto de acessibilidades a incrementar em toda a Área Metropolitana de Lisboa, vão trazer uma multiplicidade de novas oportunidades que só as Autarquias com mais visão e maior capacidade negocial com as estruturas do Governo Central poderão aproveitar, no sentido de qualificar os seus concelhos para receber investimentos importantes, perspectivando e planeando a criação de emprego, melhores equipamentos sociais e culturais, melhor educação e uma cidadania mais consciente e interventora.

Num curto espaço de tempo o território onde nos inserimos irá receber um investimento colossal, que estruturará decisivamente os próximos 25 anos, em termos de qualidade de vida. É uma oportunidade que não devemos nem ignorar nem desprezar, sob pena de nos tornarmos cúmplices do marasmo que tomou o Concelho da Moita, pelas mãos de uma estrutura de governação camarária anquilosada e obsoleta. Permitir a sua perpetuação é perder o futuro.

Mudam-se os tempos e é urgente que se mudem vontades. A lista que encabeço – “PRÓ-MOITA, pela requalificação e valorização do concelho da Moita” – constitui-se como uma força alternativa séria, credível, que acompanha o desejo de mudança e quer, com convicção, muita garra e muita acção, libertar e desenvolver o Concelho da Moita, situação criada com despudor pela má gestão camarária do PCP/CDU.

PRÓ-MOITA, pela requalificação e valorização do concelho da Moita” é um projecto para o Concelho da Moita, um projecto sustentado e sustentável que pode, com a ajuda de todos – jovens, homens e mulheres, socialistas ou não – tornar o nosso Concelho um espaço em que nos sintamos bem e do qual nos orgulhemos.

São três os focos de incidência do projecto que ora apresentamos. Pretendemos actuar:
- ao nível interno do Partido;
- ao nível de interacção com a sociedade civil;
- ao nível da requalificação do Concelho.

Ao nível do Partido, queremos tornar regular o acto sistémico de informação/formação, fomentando o diálogo esclarecedor e o debate de ideias entre as instâncias mais altas do Partido e os militantes socialistas do Concelho da Moita. Para o efeito, e para além da promoção de seminários, conferências e debates, é nosso propósito organizar um conjunto diversificado de debates de ideias e projectos com camaradas com responsabilidades na governação do país.

No que respeita à interacção com a sociedade civil, entendemos que é fundamental dar voz à população do Concelho, ouvir os seus problemas, os seus pontos de vista, as suas propostas e sugestões para optimizar a vida no Concelho.

Aos jovens, pela criatividade que lhes é peculiar, daremos o nosso estímulo, para que intervenham, organizando núcleos actuantes nas mais variadas áreas de intervenção, clamando por outros jovens, dando-lhes oportunidades, para que não enveredem por caminhos escusos, muitas vezes irreversíveis. Por natureza, os jovens são intervenientes, críticos e justos. Sabem, pois, que o partido socialista é um partido de esquerda, de uma esquerda tolerante e moderna, o partido das oportunidades, o partido da inovação e da mudança. Os jovens são os fiéis depositários da nossa esperança de um futuro melhor para o Concelho da Moita. Confiamos em vós, porque sois o futuro.

Permitimo-nos ter uma atenção especial para com a população mais idosa, mormente a mais desfavorecida, com quem partilhamos as suas mágoas e preocupações. Á população mais idosa também queremos dar voz, a voz da sabedoria da experiência feita. Mas a voz, de per si, não chega para se poder usufruir de tão valioso património. Há que criar condições para que a população idosa participe activamente nesta regeneração que preconizamos para o Concelho da Moita. O nosso projecto aposta na população idosa, com quem manteremos uma interacção permanente, nomeadamente pela criação de tertúlias temáticas descentralizadas, as quais – temos a certeza, nos ajudarão a rentabilizar o capital humano do Concelho. E este é um capital valioso e inigualável.

No que concerne ao terceiro foco de incidência da nossa actuação política – requalificação do Concelho da Moita – a lista “PRÓ-MOITA – Pela Requalificação e Valorização do Concelho da Moita” está consciente de quão dura é a tarefa que se lhe apresenta. Mas em prol do Concelho da Moita, não se coíbe de seguir em frente, de lutar de novo, projectando actuar simultaneamente em várias frentes distintas, as frentes mais debilitadas pela precária gestão de quase 40 anos do PCP/CDU, naturalmente gasta pela sua longevidade, pela incapacidade de gerar novas ideias, novos projectos e novas dinâmicas.

Assim, iremos actuar em intervenção política activa, nas seguintes áreas:
- reordenamento territorial e ambiental, o que inclui uma solução definitiva para a frente ribeirinha;
- desenvolvimento sustentado e equilibrado de todas as freguesias do concelho: Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Gaio-Rosário, Moita, Sarilhos Pequenos e Vale da Amoreira;
- captação de investimento gerador de emprego, dando segurança e confiança aos empresários, para que considerem o Concelho da Moita um Concelho de “eleição”;
- educação / formação profissional dos jovens, criando protocolos que garantam emprego no final dos ciclos;
- reabilitação do comércio tradicional local, completamente delapidado e aniquilado pelo PCP/CDU;
- manutenção de muitas das estradas municipais, totalmente votadas ao esquecimento e, constituindo, não raro, um perigo público, com vista à exigência da sua manutenção;
- revisão do traçado rodoviário, por forma a dar resposta cabal às reais necessidades das diversas freguesias do Concelho, com especial incidência nos transportes públicos ou com vista à criação de uma rede de minibus, a exemplo de muitas autarquias do nosso País.

Camaradas, o Partido Socialista é um partido livre, de homens e mulheres livres e responsáveis, por isso a reflexão autocrítica faz parte dos nossos princípios e da nossa prática, porque queremos melhorar, melhorar sempre e não incorrer em erros do passado.

Estamos conscientes dos objectivos ambiciosos do projecto “PRÓ-MOITA – Pela Requalificação e Valorização do Concelho da Moita”, por isso seremos criteriosos, selectivos e imparciais na escolha do(a) candidato(a) à Presidência da Câmara e restantes equipas, aquando das eleições autárquicas.

Quero lembrar-vos, camaradas, que não podemos perder o futuro. Vivemos uma realidade mais competitiva e exigente e devemos saber estar à altura e sermos ambiciosos, ambiciosos para a nossa terra e para a nossa gente.

Juntem-se a nós, para que este projecto “PRÓ-MOITA – Pela Requalificação e Valorização do Concelho da Moita”, possa vingar, para bem de todos NÓS.

Saudações socialistas.

Candidatura à Comissão Política do Partido Socialista do Concelho da MOITA
2008-2010
1º Subcritor:
Vitor Cabral

Convocatória

Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista
SECÇÃO DA BAIXA DA BANHEIRA E SECÇÃO DA MOITA

Camaradas,

Ao abrigo do Art. 35º, alíneas a) e b), dos Estatutos e do Regulamento Eleitoral em vigor, venho convocá-lo para a Assembleia Eleitoral que reunirá no próximo dia 07 de Março de 2008, sexta-feira, entre as 17h00 e as 22h00, nas sedes das Secções da Baixa da Banheira e da Moita, com a finalidade de eleger os Orgãos para o biénio 2008/2010, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1- Eleição da Mesa da Assembleia Geral
2 – Eleição do Secretariado da Secção
3- Eleição da Comissão Política Concelhia

A Mesa da Assembleia Geral

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

O Jornal O RIO, cumprindo a sua missão de informar os leitores, esteve presente na última sessão pública de Câmara, tomando a iniciativa de transcrever a maioria dos assuntos tratados.
Um exemplo a seguir.

"A Câmara Municipal da Moita realizou a sua reunião pública mensal no dia 27 de Fevereiro, no edifício-sede do município.
No período antes da Ordem do Dia, os vereadores, particularmente os da oposição , colocaram várias questões ao executivo municipal, das quais destacamos:

1. Nome de topónimos para a Baixa da Banheira
O vereador Vítor Cabral, PS, afirmou ter ouvido a gravação da reunião de Julho passado, em que foram aprovados os últimos topónimos, ficando o caso de António Coelho adiado. A gravação confirma que na reunião da Comissão de Toponímia foi presente uma proposta da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, com os nomes do Dr. João Chen e de António da Conceição Coelho para topónimos desta vila. A proposta da Junta de Freguesia era favorável à inscrição do nome de António da Conceição Coelho no actual Largo João de Deus (junto à passagem de nível).Todavia, a Comissão de Toponímia decidiu adiar a decisão sobre esta proposta da Junta de Freguesia devido à falta de autarcas da freguesia à reunião.
O vice-presidente da Câmara informou que brevemente a Comissão voltará a reunir.

2. Licenciamento de construção no Penteado
Trata-se de duas moradias relativamente próximas da linha férrea. O parecer pedido pela Câmara Municipal à REFER tardou e a Câmara aprovou tacitamente o licenciamento. Posteriormente, a REFER respondeu que o licenciamento tinha sido concedido depois da publicação do decreto-lei que estabelece o actual corredor do traçado do TGV, o que obrigou a Câmara a cassar o referido licenciamento. Entretanto, o proprietário não acatou o embargo da obra e o litígio surgiu.
Esta foi a explicação do vice-presidente da Câmara.

3. Cheias na freguesia da Moita
Os vereadores Vítor Cabral, PS, e Luís Nascimento, PSD, referiram-se às cheias que ocorreram na manhã de 18 de Fevereiro, com a vala real da Moita a transbordar e alagar pomares e culturas na Várzea da Moita; o largo e as traseiras da Câmara inundadas e com descargas de esgotos; e o pátio da Escola Secundária da Moita também inundado com descarga de esgotos.
“A inundação junto à Câmara foi devida a uma tromba de água e só durou cerca de uma hora”, esclareceu o vereador Miguel Canudo.
No caso da Escola Secundária da Moita, o vereador Carlos Santos deu as devidas explicações, afirmando que “a Câmara esteve no lado da solução do problema, com os seus trabalhadores”.
Sobre o alagamento da vala real da Moita, o presidente da Câmara informou que a Câmara limpou a vala na zona urbana e que nas zonas rurais essa limpeza é por lei uma obrigação dos proprietários dos terrenos junto à vala.

4. Poluição da água no Cais do Descarregador
O vereador Joaquim Raminhos, BE, falou de descargas, a céu aberto, de efluentes domésticos que chegam ao Cais do Descarregador, em Alhos Vedros, tornando-o numa autêntica fossa pestilenta.“Este caso está a ser tratado pela Simarsul, é dispendioso e só ficará resolvido com a construção da ETAR Moita-Barreiro”, informou o presidente.

5. Descargas de Suinicultura
As descargas de efluentes de uma Suinicultura na Barra Cheia, que afectam a população local, foi outra questão levantada pelo vereador Vítor Cabral.
O presidente da Câmara explicou que o licenciamento desta exploração foi feito pela Administração Central e que a Câmara só aprovou as obras de construção da suinicultura. As descargas de efluentes são da responsabilidade da Direcção Geral do Ambiente.

6. Voto de pesar“A Câmara Municipal da Moita aprovou o seu voto de pesar pelo desaparecimento de Dionísio Barata e Manuel Nunes, figuras prestigiadas do nosso Município que desenvolveram um trabalho em prol do Movimento Associativo.
Às famílias enlutadas a Câmara Municipal da Moita apresenta as suas sentidas condolências.
A Câmara Municipal da Moita”